Webinar: Viabilizando projetos de Automação através da Análise de Retorno de Investimento

O desejo das organizações em tornar seus processos mais eficientes muitas vezes é retardado pela falta de verbas para investimento.

A automação de processos em plataformas ágeis, aliada ao baixo investimento mensal que o licenciamento em cloud proporciona, trouxe uma redução drástica nesta conta, viabilizando que projetos de automação possam trazer retorno antes mesmo do primeiro pagamento.

Neste webinar vamos entender como identificar o retorno de investimento em projetos de automação de modo a viabilizar a sua realização.

“As vezes ficamos reticentes, mesmo com um baixo investimento, se em um momento de crise um ou outro processo não deveria ser retardado. Como avaliar se no cenário atual o processo é viável?”
Eduardo Britto: Eu acredito que pela cultura brasileira, tivemos um momento de crise em que a disciplina de automação e a disciplina de BPM poderiam ter tido um grande ganho trazendo oportunidades de ganho de custo e que nesses dois últimos anos acabaram não sendo como se esperava. Esse receio é algo bem presente hoje nas empresas, onde em um momento de crise corta-se tudo e perde-se a oportunidade de reduzir custos e de melhorar o desempenho.  Acho que o investimento feito em um modo convencional, que foi o primeiro investimento apresentado no Webinar, é muito complexo e muito difícil de ser viabilizado em um momento de crise hoje em dia até mesmo em um momento de bonança.  Às vezes um investimento 10 ou 20 mil reais não é um investimento pesado para as empresas, de acordo com seu porte. Mas pode trazer ali na frente um benefício significativo e permanente. É por isso que a avaliação deve ser feita, para viabilizar se existe espaço para uma melhoria com um baixo custo de investimento inicial.

 

“Existe alguma ideia de qtas ondas temos como prática para fazer  a automação de um processo 100% para termos um retorno a médio prazo?”
Eduardo Britto: Não existe um número de ondas certo pois isso depende muito do que eu devo fazer para automatizar o processo, existem processos que basicamente a grande melhoria dele é fazer um formulário que tramita por 4, 5 pessoas. Fazer uma automação em um formulário que passa no máximo por 10 pessoas, sem muita informação, sem muita programação pode muitas vezes ser feita em uma única onda. Assim como, fazer uma automação de um processo com alto nível de integração, com telas complexas, pode precisar de 4,5,6, 10 ondas. O que determina o número de ondas não é uma fórmula mágica e sim o entendimento do que deve ser feito e que pacotes que devo montar para organizar esse fluxo e processos.

 

“Pela experiência que vocês têm, o custo com ajustes e retrabalhos usual em implantação é frequente e em que nível?”
Eduardo Britto:
Quando nós fazemos uma automação em várias ondas sempre existe o risco do retrabalho, pode ser que hoje eu esteja implementando um trabalho mais manual em que eu tenha que pedir para alguém fazer uma atividade com um conjunto x de etapas mais trabalhosas e que em uma segunda onda eu consiga eliminar uma parte dessas etapas, mas para isso eu precise refazer essa segunda parte do processo. Esse retrabalho tem que ser acompanhado e medido no momento em que eu monto os pacotes de cada uma das ondas de implementação para verificar se faz sentido. Normalmente, se eu consigo perceber que aquela entrega de uma onda que vai à produção tem o retorno do investimento realizado, seja o retorno devido a prazo, a custo, qualidade, experiência do cliente, se esse retorno for significativo o meu retrabalho vai se pagar devido a antecipação.

Palestrante: Eduardo Britto é diretor da iProcess com 18 anos de experiência em gestão por processos, Mestre em automação de processos, CBPP, OCEB Business & Technical e PMP.

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